segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Sem questões

Não há como esperar que algo de bom nos aconteça de repente. Isso tudo é ilusão. Não sei mais em que acreditar, em que posso confiar; o que ou quem será meu porto seguro... Sei apenas que tudo isso depende exclusivamente de mim, já que me sinto completamente só deste lado do planeta. No entanto, não será a dor do poeta uma invenção de sua cabeça? Ou será que Rousseau estava certo ao dizer que a sociedade é quem nos corrompe? Será que a sociedade nos oprime, e nada podemos fazer, como dia Durkheim? Há um sem número de questões referentes à nossa existência que estão por ser respondidas há séculos. Mas ainda busco uma utilidade para o conhecimento em minha vida. E apesar de tudo, eu quero mais é viver...

Novembro/2010.

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